terça-feira, 15 de outubro de 2013

A danada da Roséola.



Filha do céu, não fosse o nosso pediatra, teríamos tido um troço com essa tal de Roséola. Foi lá pelo sétimo mês e meio... fim de agosto, provavelmente.
De repente, começou uma febre do nada. Foi subindo, sem motivo aparente. Nada de dentinhos, nada de gripe, resfriado, diarréia... No segundo dia, depois de uma madrugada de febre alta, ligamos para o Fran. Conseguimos pegá-lo no hospital. 
Eu já tinha até mandado mensagem para a Cris, amiga de Salvador. 
Vi uns pontinhos brancos na garganta e achei que pudesse ser uma inflamação. 
Mas na descrição para o pediatra, alguma coisa o fez dizer para o seu pai que podia ser o tal do exantema súbito, conhecido como roséola. E avisou: quando passar a febre alta, daqui uns 2 dias, começam as erupções na pele. 
Não deu outra! Você ficou cheia de manchas avermelhadas, com grosseiros no corpo todo. Tadinha! Mas daí a febre já tinha cedido. 
Foram uns dois dias feinha, judiada. Até que passou, graças a Deus. 
Ou seja, o primeiro filho ainda é poupado, mas os seguintes pegam mesmo as coisas que vem da rua. 
Demos "google", claro, e descobrimos que é um vírus transmitido pela saliva. O exemplo citava brinquedos mordidos por várias crianças na escolinha. 
Como você ainda não frequenta, pode ter sido trazido pelo irmão que nunca teve...
O bom da história é que, pelo menos, agora você já está imune. Dizem que vai ficando mais forte também... 

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